A minha ausência por estes lados, a falta de inspiração deve-se sobretudo a não querer escrever sobre ti . Depois leio os textos, aqueles que não falam sobre ti, e nenhum deles se encaixa aqui. Não neste tempo, não agora. Então ficam páginas em branco.
Não que não haja mais nada para falar, há! Mas não me contenta, ficam as páginas em branco, as folhas escritas e guardadas. Despejo o que me vai na alma e depois ressaco porque o silêncio também comunica.
Escrevo muito sobre aquilo que considero ser o amor – o que eu considero ser o amor, já que o amor tem tantas formas quantas lhe quisermos dar – sobretudo porque acho que tem que se falar sobre ele. Falar não é banalizar, falar é falar. É saber o que se sente e quando não se sabe tenta-se descobrir e para isso falo, escrevo.
Relativizo e de nada serve.
Não querendo escrever sobre ti, já te mencionei…
Zai, ausente.
Mata te
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